Trânsitos narrativos que o cinema imersivo em 360º permite ao telespectador em Toy Story 4


Por Francisco Malta, Fernando Rodrigues, Renan Oliveira, Thiago Malvar, Matheus Moita e Wilson Oliveira.

 

Desde que o cinema surgiu, acompanhamos avidamente as transformações nas telas no que tange ao formato e aos diferentes modos de apresentar uma história. Trata-se de um processo natural, pois assim como o homem vem expandindo sua forma de comunicação em diferentes esferas, a narrativa cinematográfica amplia sua gramática audiovisual.

O sucesso da franquia Toy Story pode ser explicado por uma série de fatores que os longas animados reuniram ao longo dos anos, emocionando e divertindo o telespectador, bem como a lembrança do quão especial é a fase da infância. A Disney e o estúdio Pixar perceberam que, na maioria das vezes, a venda do ingresso de um filme de animação é dupla: não apenas a criança vai ao cinema assistir ao longa-metragem, mas também o adulto responsável. Essa visão mudou completamente a maneira de se produzir um filme de animação, posto que, normalmente, os filmes dos referenciados estúdios possuem camadas a serem exploradas, temas de fácil identificação pelo público jovem e discussões mais complexas e profundas que abrangem mesmo o público adulto que estiver na sala de cinema. Esse é, sem dúvida, o começo para entender o porquê de Toy Story ser a quinta maior franquia de animação do mundo em termos de bilheteria.


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